Aula 5

abril 11, 2009

Nessa aula abordamos a idéia da Responsabilidade Social das Empresas, como um grande motivador para a efetiva Transparência. 
Em particular centramos em discussão sobre a Ética das empresas e sua diferença da legislação. Em particular falamos sobre a legislação de proteção ao trabalhador.
Também ressaltamos o papel da mídia. Vale a pena lembrar dos filtros de Chomsky.
Para próxima aula centraremos a discussão num resumo do que foi visto até agora e no artigo da “Computer Law & Security Report”

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2 Responses to “Aula 5”

  1. Elizabeth Suescun Monsalve Says:

    Na aula foram tratados os capítulos 5 e 6 do livro “Corporate Truth: The Limits to Transparency” . Falou se da perspectiva dos direitos e a perspectiva da privacidade e como ela proporciona uma base moral para o limite demandado na transparência, ou seja, a transparência chega ate o ponto em que os direitos a privacidade tem que ser priorizados.
    O estado reconhece duas entidades com status legal: pessoas e estado, se dentro de estado eu tenho organizações como serviços civis, hospitais, entre outros. Então eu posso incluir dentro de pessoas grupos, sociedades e companhias. Uma companhia pode reclamar seus direitos como se ela fosse pessoa pelo status legal que da o estado para ela. Porem, quando são violados os direitos de privacidade de uma empresa, ele pode reclamar e punir aqueles que violaram aquele direito. Também são conhecidos outros casos de reclamações de empresas que foram bem sucedidos em questões de violação a direitos humanos.
    Em este tema de privacidade das empresas elas tratam de proteger e controlar seus segredos, estratégias de negocio e processos organizacionais a traves de códigos de conduta que impõem para os empregados, mais este pode ser tomado com cinismo por alguns já que sua moral e ética dentre da empresa vai estar ligado com o ambiente laboral e a satisfação profissional que o individuo tenha. Coisas como exploração do empregado, atividades indignas ou praticas desleais podem influenciar o juízo da pessoa. Este ponto é ligado ao liberalismo econômico e bem estar social, ou seja, como os empregados têm uns direitos e deveres para com as empresas, mais direitos que ninguém reclama pelo desconhecimento. Importante neste ponto é que um empregado geralmente não tem certeza ou tem duvidas sobre a integridade da empresa onde trabalha.
    Outro aspecto é que os valores das pessoas esta centrado na concepção que ela tem de moral. Porem, as empresas devem criar códigos de conduta, ou melhor, como propõe o autor do livro códigos de moral, onde se leve em conta o individuo como pessoa. Por que acontece geralmente que os valores e interesses de um empregado não concordam com os da companhia. Ou algumas empresas que acham que tem direito a conhecer todo aquilo da vida pessoal de seus empregados e começam a ser abusivos com dita informação.
    Se dentre de uma sociedade civilizada se tem o componente essencial que é a privacidade a qual vai permitir que uma pessoa tenha direito ou não a revelar informação privada sem que isso afete seu entorno social. Alem disso, também as companhias tem direito a não revelar informação àquilo que eles achem de risco para suas atividades, então, como romper esse limite o como posso de reclamar meu direito como consumidor?. Neste ponto falamos sobre a satisfação como consumidor e como as empresas se valem dos Call Center para o atendimento de duvidas e reclamações por parte dos clientes ou como ponte para interagir com os clientes, mais geralmente possuem um serviço tão ruim que terminam sendo o ponto fraco das empresas.
    Algumas empresas multinacionais levam para os países praticas e processo altamente testados, e pode acontecer que alem de ter boas praticas e códigos éticos bem definidos podem bater com a parte cultural dos países onde estão atuando.
    Outro exemplo de transparência é a agencia de impressa no México a qual evoluiu para ser transparente alem disso se tem uma empresa reguladora ela serve de modelo a nível mundial nos temas de transparência, pois como é conhecido México há sido golpeado bastante pela corrupção.

  2. Elizabeth Suescun Monsalve Says:

    Corporate Truth: The Limits to Transparency
    Na aula foram tratados os capítulos 3, 4 do livro “Corporate Truth: The Limits to Transparency”. No capitulo 3 se falou sobre a verdade e como ela esta relacionada com a ética, alem disso a verdade também esta relacionada com aquilo que se poda disser de uma companhia. Mais não em todos os casos se pode disser que uma empresa é ética por que eu posso falar bem dela. Mas ela pode ser ética se da uma gestão adequada aos seus erros ou de forma positiva que posa converter eles em casos de sucesso, ou seja, aprender de eles para não voltar a fazer o mesmo. Uma empresa ética é aquela que é transparente para aqueles processos pelos quais ela não é auditada ou naquelas questões que não são evidentes para os stakeholders.
    Podemos disser que verdade é aquilo que pode ser verificado com evidencia e é objetiva. Porem, uma declaração que seja julgada como verdadeira deve ser analisada desde o que, como, quando e a quem ela ajuda. Dita declaração deve ser também consistente com respeito a outras declarações (verificação interna) e pode ter diferentes pontos de vista. Aqui se discutiu do “por que” não é quase documentado ou analisado, em alguns casos pelo fato de ser custoso e não factual ou por questões de tempo, em outros casos por não ter uma estrutura definida para o analise de esse “Por que”. Apresenta-se na aula uma metodologia que analisa o “por que” de uma situação dada ou para toma de decisões. Então alem das questões mencionadas acima também foi achado que ter falta de motivação ou disciplina impede que o “por que” seja analisado. Complementou-se esta idéia com os testes realizados na área da informática e com os testes realizados na fabricação de aviões. Testar aviões é caro, mas este processo compromete vidas humanas e as punições que receberiam os fabricantes em caso de erros ou acidentes são custosos, aqui se fez uma reconto de alguns erros e acidentes na aviação e as punições feitas tanto os ocorridos aqui em Brasil como no mundo todo. Caso contrario ocorre com os erros nos desenvolvimentos de software, os quais são de baixo custo em comparação com os primeiros, e como também os usuários são menos exigentes e tem mais aceitação ou tolerância frente a um erro ou defeito encontrado. Exemplo de isso é a Microsoft, alem de ter os erros os usuários os aceitam pelas demais bondades que ele tem. Analisa-se também um pouco sua política CRM onde o núcleo é o cliente e fundamentam em ele todas suas estratégias, alem disso eles também se encarregam de testar os produtos que vão ser entregues.
    Na pratica da ética permite enfileirar ações com palavras ou com transparência, determinando quem somos. Nas organizações a ética vai determinar as atividades e os limites comerciais a ter. Ou seja, a ética e a moral serão os julgadores das ações boas e malas que se tenham. Mais pode acontecer que apesar das boas intenções se obtêm maus resultados como o caso da Google na china, políticas fechadas que impedem uma adequada prestação do serviço. Ou bons resultados como a declaração dos valores da companhia Shell. Aqui falamos de casos errados nas empresas onde elas adotam uma posição de transparência para os clientes com respeito a erros e como elas viram isso para casos de sucesso ou melhora. Aqui se falou da adequada gestão dos erros nas empresas, como com políticas de transparências e ética esses erros podem virar casos de sucesso e oportunidades de melhora para que aquilo não aconteça novamente.
    A transparência deve ser analisada como: o impacto de aquilo que a organização faz e o impacto associado com a relação com os stakeholders. Os impactos devem descobrir se as atividades da organização são consistentes com os interesses da sociedade, se eles são baseados em comportamentos éticos e se ditas atividades se encontram integradas na organização.
    Transparência também significa transmitir a verdade, levar ela de um lado a outro ou transparência é ver claramente, porem o autor explica que cada vez que pensamos em transparência a relacionamos com o vidro o qual a traves de sua principal propriedade permite que a luz passe através de ele ou ver através de ele. O autor também cita, e discutimos na aula, o esquema de analise de transparência de David Heald. Transparência arriba (Pode ser observado o comportamento dos subornidados), abajo (Observar o comportamento dos governantes), fora (subordinados observam o comportamento fora de esta) e dentro (que esta passando dentro da organização).
    A moral dentro de uma companhia pode se entender como a transparência com a qual é executada a relação de poder entre a companhia e os stakeholders. Então quando pensamos em uma companhia transparente que esperamos que ela tivesse? Quando pensamos em governança pensamos como as companhias são gerenciadas ou controladas, mais desde o ponto de vista financeiro essa governança deve incluir a relação com os interesses dos stakeholders. Também pensemos que a governança permite não somente a gestão da companhia si não também esta relacionada com os valores, princípios, missão, procedimentos, políticas e indicadores. Uma governança com transparência traz como conseqüência na organização sua legitimidade e será o que reflete para os stakeholder. Ou seja, ela clarifica para o stakeholder as atividades da organização gerando uma relação aberta.
    Na aula também se discutiu um pouco a definição de stakeholder, como aquela pessoa ou organização que afeta, ou é afetada por uma organização. Aqui foram clarificadas duvidas sobre como se há dado um uso errado na engenharia de software e especialmente na engenharia de requisitos a este termino.


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