Aulas 3 & 4

abril 5, 2010

Nessas duas aulas procuramos discutir a idéia de transparência segundo dois livros importantes para a fixação do conceito.

Vimos no livro de Holzner e Holzner uma visão mais holística de transparência e sua importância para a criação de um mundo mais aberto a participação de todos.

No livro de Fung et al. vimos a idéia e os exemplos da transparência focada, onde a divulgação da informação leva a que usuários mudem seu comportamento face a novas maneiras de escolher.  O exemplo que ficou mais fácil de entender e ressaltar esse ponto foi o caso dos restaurantes de San Diego.

Volto a lembrar que navegando nesse espaço iremos encontrar uma série de resumos sobre esses livros e os outros dois que não trataremos em particular.

O tema da próxima aula será a primeira parte da tese de Claudia Cappelli (capítulos I, II e II).  Veja a tese aqui.

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Aula 2

março 22, 2010

Nessa aula tirei dúvidas sobre o artigo Software Transparency.  Nele cremos que a idéia geral fica clara.  Chamo a atenção de vocês para o papel crucial que o trabalho de Chung e o grupo de Toronto desempenha. Recomendo que, nas notas anteriores, vejam os resumos sobre os artigos que tratam requisitos não-funcionais.  Lembramos que entender Transparência como um requisito não-funcional, e, portanto, uma meta flexível, é um ponto chave.

Para as próximas duas aulas iremos ler os Capítulos 1 e 4 dos livros a) Holzner B., Holzner L., Transparency in Global Change: The Vanguard of the Open Society. University of Pittsburgh Press; 1 edition, 2006. (no dia 24/3 e b)
Fung A. Graham M., Weil D., Full Disclosure, the Perils and Promise of Transparency, Cambridge. University Press, 2007. (no dia 31/3).  Tirei uma cópia dos capítulos e deixei na Biblioteca do Departamento.

Bem-Vindos

março 10, 2010

Essa é a terceira versão do curso de Transparência de Software.  A história dos últimos dois cursos está aqui registrada e você é bem-vindo em pesquisa-la.

Na versão 3.0, estaremos esquematizando o curso em 4 partes distintas, mas que poderá sofrer pequenos ajustes em função de vocês mesmos.

Primeiramente estaremos discutindo a idéia geral de Transparência de Software e a literatura de ciências sociais que foi base para nosso entendimento.  Vou distribuir cópia de recente artigo sobre o tema.

Na segunda parte estaremos lendo a tese de Claudia Cappelli e explorando a idéia de processos transparentes através do uso de uma extensão da ferramenta ORYX.

Na terceira parte estaremos explorando o software Lattesscholar como exemplo de trnasparência.

Na quarta parte estaremos trabalhando em um projeto conjunto ou individual no sentido de operacionalizar os conceitos aprendidos.

Aula 9

Nessa aula começamos a discutir a construção de uma entrada na Wikipedia.  Fizemos também uma revisão sobre o grafo NFR de transparência, ressaltando as pré-condições relativas a acesso e a corretude.

Herbet e Elizabeth trouxeram visões gráficas para apresentarmos o espectro da transparência.

Aula 10

Nessa aula discutimos mais uma vez o grafo NFR, chegando a conclusão que somente o requisito de acessibilidade conteria o refinamento “make”, estando todos os outros ligados pelo refinamento  “help”.

Mostramos também o resultado do trabalho executado na disciplina de Princípios de Engenharia de Software que servirá de base para o o exemplo a ser desenvolvido.  Onde nosso objetivo é centrar no modelo i* a baseline de transparência, usando a idéia de “bula” como interface para o cidadão.

Voltamos a discutir a entrada na Wikipedia.

Aula 11

Essa aula foi utilizada para discutirmos um projeto submetido ao Cyted.

Aula 12

Nessa aula finalizamos a descrição do verbete Transparência (social).  Estaremos também fazendo o verbete Transpareñcia de Software.

Concordamos nos seguintes passos:

1) revisar o C&L do projeto (pes).

2) Elaborar diagramas i* (aplicar ERi*C).

3) Atualizar o código com cenários revisados (Eduardo).

4) Criar a Bula do Serviço –  relacionar a bula com o léxico.

Desenhei o seguinte esquema geral, nele fica claro o papel do i* como baseline.

Esquema Geral de Transparência

Esquema Geral de Transparência

Aula 8

maio 13, 2009

Nessa aula deveriamos ter discutido o detalhe das análises das políticas feitas no livro (Cap. 4) “Full Disclosure”.  Fizemos uma apanhado geral.

No entanto, alguns tópicos foram delineados.  O conceito de transparência dirigida, como pregada no livro, diferente da transparência focada em centros de autoridade e sua distinção para a transparência para atender a curiosidade.

Sobre atores, listamos: “user,” “client”, “stakeholder”, “citizen”.  Vale a pena tentar elaborar um SA desses atores.

De certo modo concordamos que “accessability” e “correctness” devem ter uma relação do tipo “make”, dado o NFR Framework.  Isto é são pre-condições básicas para a Transparência.

Falamos sobre a escala de transparência e sobre as áreas de influência.  Nesse último caso, lembrei do gráfico do tipo cebola e da visualização empregada pelo DBLP

Aula 7

maio 11, 2009

Na aula 8 falamos sobre os capítulos 1, 2, 3 do livro Full Disclosure.

Na discussão apontamos o foco do livro para a transparência dirigida.  Esse conceito além de focar a transparência, associa-a a uma política da organização.  No caso dos restaurantes de Los Angeles o objetivo era diminuir o impacto na saúde pública.

Nessa aula também voltamos a falar do conceito de cidadão.  Vale lembrar que precisamos explicitar melhor esse conceito.

No que diz respeito ao grafo de transparência, levantou-se a possibilidade de incluirmos a qualidade “comparativa”.  Lembrei que essa é uma qualidade importante em Sistemas de Informação.  No livro do Sergio Bio, o primeiro requisito sobre qualidade da informação é justamente se a mesma é comparativa.  Essa discussão foi originada quando pesquizamos na Wikipedia sobre Qualidade da Informação.  Vale lembrar que daí surgiu o questionamento se transparência não seria simplesmente qualidade da informação.  Vimos que a qualidade da informação é uma das características de transparência, como ressalta o grafo de transparência.

Falamos também da sustentabilidade da transparência, como mencionada no texto e falamos sobre o conceito de institucionalização.  Esse tema será mais elaborado na Aula 9.

Aula 6

abril 22, 2009

Nesta aula vimos em detalhe o artigo sobre transparência no contexto do orgão gestor dos endereços da internet, o ICANN.

Com base no artigo exploramos três assuntos.

1) A taxonomia do artigo que aborda três tipos de transparência: de procedimentos, de decisão e subjetiva. 

2) A taxonomia do conceito de transparência em relação ao nosso grafo de transparência.

3) O caso do ICANN.

No primeiro assunto comparamos com nossa visão de transparência do processo e transparência da informação.  Acreditamos que nosso conceito de processo embute a transparência da decisão.

No segundo assunto, observamos que nosso grafo cobre todos os sub-conceitos elencados no artigo a menos de truthfulness.  Ficamos de debater essa questão no futuro.

No terceiro assunto, navegamos nas páginas do ICANN e observamos que recentemente foi publicado um relatório, posterior ao artigo, sobre a transparência do ICANN.  Iremos explorar esse relatório em aulas próximas.  Notamos que o orgão brasileiro de atribuição e gerência de nomes ainda não tem essa preocupação com a transparência.

Para as próximas 3 aulas, dividimos o livro Full Disclosure em 3 partes.  A primeira é composta  dos capítulos 1, 2, e 3.  O livro está na biblioteca.