Aula 9

Nessa aula começamos a discutir a construção de uma entrada na Wikipedia.  Fizemos também uma revisão sobre o grafo NFR de transparência, ressaltando as pré-condições relativas a acesso e a corretude.

Herbet e Elizabeth trouxeram visões gráficas para apresentarmos o espectro da transparência.

Aula 10

Nessa aula discutimos mais uma vez o grafo NFR, chegando a conclusão que somente o requisito de acessibilidade conteria o refinamento “make”, estando todos os outros ligados pelo refinamento  “help”.

Mostramos também o resultado do trabalho executado na disciplina de Princípios de Engenharia de Software que servirá de base para o o exemplo a ser desenvolvido.  Onde nosso objetivo é centrar no modelo i* a baseline de transparência, usando a idéia de “bula” como interface para o cidadão.

Voltamos a discutir a entrada na Wikipedia.

Aula 11

Essa aula foi utilizada para discutirmos um projeto submetido ao Cyted.

Aula 12

Nessa aula finalizamos a descrição do verbete Transparência (social).  Estaremos também fazendo o verbete Transpareñcia de Software.

Concordamos nos seguintes passos:

1) revisar o C&L do projeto (pes).

2) Elaborar diagramas i* (aplicar ERi*C).

3) Atualizar o código com cenários revisados (Eduardo).

4) Criar a Bula do Serviço –  relacionar a bula com o léxico.

Desenhei o seguinte esquema geral, nele fica claro o papel do i* como baseline.

Esquema Geral de Transparência

Esquema Geral de Transparência

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Aula 8

maio 13, 2009

Nessa aula deveriamos ter discutido o detalhe das análises das políticas feitas no livro (Cap. 4) “Full Disclosure”.  Fizemos uma apanhado geral.

No entanto, alguns tópicos foram delineados.  O conceito de transparência dirigida, como pregada no livro, diferente da transparência focada em centros de autoridade e sua distinção para a transparência para atender a curiosidade.

Sobre atores, listamos: “user,” “client”, “stakeholder”, “citizen”.  Vale a pena tentar elaborar um SA desses atores.

De certo modo concordamos que “accessability” e “correctness” devem ter uma relação do tipo “make”, dado o NFR Framework.  Isto é são pre-condições básicas para a Transparência.

Falamos sobre a escala de transparência e sobre as áreas de influência.  Nesse último caso, lembrei do gráfico do tipo cebola e da visualização empregada pelo DBLP

Aula 7

maio 11, 2009

Na aula 8 falamos sobre os capítulos 1, 2, 3 do livro Full Disclosure.

Na discussão apontamos o foco do livro para a transparência dirigida.  Esse conceito além de focar a transparência, associa-a a uma política da organização.  No caso dos restaurantes de Los Angeles o objetivo era diminuir o impacto na saúde pública.

Nessa aula também voltamos a falar do conceito de cidadão.  Vale lembrar que precisamos explicitar melhor esse conceito.

No que diz respeito ao grafo de transparência, levantou-se a possibilidade de incluirmos a qualidade “comparativa”.  Lembrei que essa é uma qualidade importante em Sistemas de Informação.  No livro do Sergio Bio, o primeiro requisito sobre qualidade da informação é justamente se a mesma é comparativa.  Essa discussão foi originada quando pesquizamos na Wikipedia sobre Qualidade da Informação.  Vale lembrar que daí surgiu o questionamento se transparência não seria simplesmente qualidade da informação.  Vimos que a qualidade da informação é uma das características de transparência, como ressalta o grafo de transparência.

Falamos também da sustentabilidade da transparência, como mencionada no texto e falamos sobre o conceito de institucionalização.  Esse tema será mais elaborado na Aula 9.

Aula 6

abril 22, 2009

Nesta aula vimos em detalhe o artigo sobre transparência no contexto do orgão gestor dos endereços da internet, o ICANN.

Com base no artigo exploramos três assuntos.

1) A taxonomia do artigo que aborda três tipos de transparência: de procedimentos, de decisão e subjetiva. 

2) A taxonomia do conceito de transparência em relação ao nosso grafo de transparência.

3) O caso do ICANN.

No primeiro assunto comparamos com nossa visão de transparência do processo e transparência da informação.  Acreditamos que nosso conceito de processo embute a transparência da decisão.

No segundo assunto, observamos que nosso grafo cobre todos os sub-conceitos elencados no artigo a menos de truthfulness.  Ficamos de debater essa questão no futuro.

No terceiro assunto, navegamos nas páginas do ICANN e observamos que recentemente foi publicado um relatório, posterior ao artigo, sobre a transparência do ICANN.  Iremos explorar esse relatório em aulas próximas.  Notamos que o orgão brasileiro de atribuição e gerência de nomes ainda não tem essa preocupação com a transparência.

Para as próximas 3 aulas, dividimos o livro Full Disclosure em 3 partes.  A primeira é composta  dos capítulos 1, 2, e 3.  O livro está na biblioteca.

Aula 5

abril 11, 2009

Nessa aula abordamos a idéia da Responsabilidade Social das Empresas, como um grande motivador para a efetiva Transparência. 
Em particular centramos em discussão sobre a Ética das empresas e sua diferença da legislação. Em particular falamos sobre a legislação de proteção ao trabalhador.
Também ressaltamos o papel da mídia. Vale a pena lembrar dos filtros de Chomsky.
Para próxima aula centraremos a discussão num resumo do que foi visto até agora e no artigo da “Computer Law & Security Report”

Aula 4

abril 11, 2009

Nessa aula falamos basicamente do Capítulo 3 do livro de Adrian Henriques. Comentários gerais sobre como empresas tratam a verdade foram discutidos.

Ficamos de falar sobre os capítulos 4,e 5 do livro assim como do artigo do periódico “Computer Law & Security Report”.

Aula 3

março 27, 2009

Falamos dos capítulos do livro Transparency in Global Change The Vanguard of the Open Society”, de Holzner, Burkart e Holzner, Leslie e direcionamos nossa explicação para o conceito do Grande Irmão personagem do livro 1984 de George Orwell. Usamos o conceito de Grande Irmão em contraposição ao conceito de Sociedade Aberta.

Na sociedade do Grande Irmão havia transparência no sentido dos cidadãos para o Grande Irmão, que, com o acesso as informações de todos, podia controlar a sociedade inclusive gerando informação não baseada na realidade.

Sobre essa questão falei do tupla <fato, informação, comunicação> como tratada por Sá Carvalho em seu livro Análise de Sistemas: O Outro Lado da Informática. Aqui mencionei que a preocupação com a verdade é pouco presente na modelagem de software.

No entanto, o Herbet lembrou bem que no é central a preocupação que a informação seja validada em relação a realidade (fatos). Falei então da diferença entre a preocupação com qualidade e a preocupação com a verdade.

O tema da aula foram os capítulos 1 e 4 do livro de Holzner.
Creio que a discussão foi proveitosa e ajudou a entendermos mais sobre essa visão de transparência num sentindo mais global.

Faço uma citação direta do Capítulo 1, que ressalta o tema principal do livro:

Nevertheless, even though transparency is assuming a growing role in
transnational affairs, it occurs in a world still dominated by opacity and
many domains of secrecy, especially in many developing countries and military states. Not only governments, but also corporations and professions that try to evade the rising norms of transparency lose the trust of the public and pay dearly in attempts to regain it. Centers of power must deal with the fact that many of the information norms regarding public access to knowledge are changing away from secrecy toward transparency. It is not a tranquil phenomenon: it is a contentious social force. Above all, the right to know, and the duty to disclose, are grounded in trust. The transparency movement is a response to uncertainty and distrust. Like all social transformations, this one creates instability and takes place on a cultural battlefield. Therefore, it is important to understand its dynamics
.”

Aqui fica clara a importância dos conceitos qualitativos de segredo e opacidade e como eles interagem com o conceito geral de transparência.

O capítulo 4 chama a atenção para três pontos importantes:

1) O entendimento dos autores sobre a dinâmica da moral, influenciada pelas mudanças nas redes de solidariedade.
2) A “arquitetura “ proposta é na verdade baseada em dicotomias de valores e contra-partidas ou contra-valores. Estão em interação os conceitos de privacidade, autonomia, responsabilidade (assinar em baixo – “accountability”), segredo e lealdade, que serão traduzidos em deveres e responsabilidades e poderão estar em normas legais ou voluntárias. Para isso é necessário combater a opacidade através de estruturas de informação onde os “fluxos de informação” sejam criados, guardados, distribuídos, e entendidos. Para tratar desse “conhecimento” é indispensável uma infra-estrutura técnica, regulatória e legal. As prioridades ou as interpretações dessa infra-estrutura são balizadas pelo contexto moral, portanto dependentes do ambiente onde se aplicam.
3) O papel relevante do segredo nas sociedades.

Sobre o ponto 2 acima, comentamos em sala que a visão das ciências sociais sobre sistematização é bem diferente da visão da computação. Em computação não seria próprio chamar a proposta de “arquitetura”, face a pouca sistematização apresentada.

Os autores deixam claro a essencialidade da dinâmica de valores-contra-partidas. Vale lembrar que esses conceitos não só afetam uns aos outros como podem ser percebidos de maneira distinta. Isso remete a idéia advogada por Hebert Simon sobre o conceito de “satisfice” no lugar de “satisfy”, aliais um dos fundamentos da visão do grupo de Toronto sobre requisitos não-funcionais.

Para a próxima aula, leremos os Capítulos 3, 4,e 5 do livro “ Corporate Truth: The Limits to Transparency” de Adrian Henriques, Editora Earthscan, Londres, 2007 (está na biblioteca). Em particular seria interessante contrapor com o artigo apontado pela Elizabeth sobre governança.

Vejam abaixo um resumo feito pelo Eduardo Almentero.